Como organizar as finanças com filhos a caminho

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A chegada de um filho é motivo de euforia e desafios para os pais. E um aspecto influencia diretamente na rotina: as finanças. 

Uma criança traz incremento de gastos que aumentarão gradualmente ano a ano em educação, saúde, lazer, alimentação e outros itens indispensáveis do cotidiano. 

Por isso, é fundamental se planejar financeiramente o mais cedo possível. Se possível, até mesmo antes da gravidez. 

É aconselhável que o casal tenha em mente que um filho provoca despesas extras importantes, mas as receitas, em tese, seguirão as mesmas. 

Abaixo, algumas dicas que podem te ajudar a ter as finanças equilibradas para a família com um novo integrante: 

Mapear as finanças familiares

Para saber como organizar as finanças e prepará-las para a chegada do filho, é fundamental antes listar todos os gastos atuais. 

Uma forma prática de fazer isso é dividir por tópicos. Moradia, alimentação, transportes e lazer são os mais básicos, que precisam ser destrinchados para que se possa entender onde reduzir e encaixar os novos gastos. 

Esse levantamento mostrará, inclusive, se as receitas estão abaixo ou acima das despesas, permitindo uma percepção real da situação e levando ao equilíbrio desejado. 

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Cortes e adaptações nas finanças

Para que o orçamento não estoure, é necessário adequá-lo às necessidades que virão. Um caminho é cortar os chamados gastos supérfluos, como jantares exorbitantes em restaurantes, roupas de grife, etc… 

Vale avaliar entre os custos comuns aqueles que podem ser reduzidos. O pacote de TV a cabo é um bom exemplo. 

Muitas vezes, eles são amplos e nem há tempo para aproveitá-los. Não se esqueça de que, com filhos o tempo se restringe ainda mais.

Os novos gastos vêm por etapas, menos conhecidas por pais de primeira viagem. Na gravidez, vão desde as consultas e exames do pré-natal até o enxoval, a preparação do quarto bebê. 

Depois do nascimento, eles ficam exponenciais, com fraldas, berçário (depois, escolinha), roupas, alimentação, e por aí vai.

Um cuidado importante é não pecar pelo excesso e gastar mais do que é razoável para os primeiros meses de vida do filho. Avalie com calma e razoabilidade. 

Quais são as prioridades?

Este ponto está intimamente ligado ao mencionado no último parágrafo do item anterior. 

Não saia gastando a esmo pensando que está dando do bom e do melhor sem escalas para o filho que virá. A euforia com o momento pode levar à perda dos parâmetros. 

Delimite os gastos indispensáveis e os variáveis, isso permitirá uma organização mais equilibrada e razoável da vida familiar. 

Tenha uma poupança 

Se poupar é recomendável para qualquer indivíduo, torna-se essencial para quem vai ter um filho. 

É preciso criar uma reserva para situações emergenciais, aquelas que não estão sob o nosso controle. 

Desde já, inclua no planejamento um valor, por pequeno que seja, a ser guardado mensalmente e investido para render. Busque conselhos de quem entende do assunto e se previna. 

Criatividade e necessidade 

Nos meses iniciais de vida da criança, é possível obter os itens indispensáveis sem gastos exagerados. Há muitos brechós e comunidades virtuais que trocam vestuários e brinquedos com pouco ou quase nenhum uso. 

No chá de bebê, peça apenas fraldas. Elas serão imensamente úteis, mais que roupas que duram pouquíssimo tempo. Fraldas representam uma fatia importante dos gastos nos dois primeiros anos de vida. 

Além disso, procure ter um plano de saúde para a criança. Representa um gasto salgado, mas pode ser primordial. 

O ser tão pequeno é muito vulnerável a doenças e tratamentos que demandam altos custos. Neste caso, vale a máxima da prevenção. 

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